Lúcia - 1ª Parte (1907 a 1917)






"Assim, por graça de Deus, fui baptizada no sábado (de) Aleluia, dia 30 de Março de 1907, quando os sinos da igreja paroquial anunciavam a Ressurreição do Senhor. Nesse tempo, não havia registo civil, era só na igreja."


“Ver ali uma Senhora tão linda, que me diz ser do céu, senti uma alegria tão íntima que me encheu de confiança e amor; parecia-me que já nada me podia separar desta Senhora… Por certo, Ela veio por ordem de Deus, para cumprir mais uma missão, da qual Ele quis encarregá-la, trazer-nos uma Mensagem de fé, de esperança e de amor”(p. 30.31)."


“Foi então que a celeste Mensageira, abrindo os braços, com um gesto de maternal protecção, nos envolveu no reflexo da Luz do imenso Ser de Deus. Foi uma graça que nos marcou para sempre na esfera do sobrenatural."


“Parece-me que, naquele dia (13 de julho de 1917, terceira aparição), este reflexo teve por fim principal infundir em nós um conhecimento e amor especial para com o Coração Imaculado de Maria, assim como das outras outras duas vezes o teve a respeito de Deus e do mistério da Santíssima Trindade."


"Desde esse dia, sentimos no coração um amor mais ardente pelo Coração Imaculado de Maria”


“Todos sabemos que o coração é o símbolo do amor e da dor, receptáculo da misericórdia e do perdão”(p. 45).



"Nossa Senhora me disse que nunca me deixaria e que seu Imaculado Coração seria o meu refúgio e o caminho que me conduziria a Deus”.




Lúcia Rosa dos Santos nasceu em Aljustrel, a 28 de março de 1907. 

Os seus pais eram António dos Santos e Maria Rosa e foi a mais nova de sete irmãos.

Nas suas Memórias, Lúcia relata que em 1915 teve visões de uma espécie de nuvem, com forma humana, por três ocasiões diferentes,
enquanto estava com outras amigas. 

Com os primos Jacinta e Francisco, recebeu por três vezes a visita de um Anjo (1916) e por seis vezes a visita de Nossa Senhora (1917), que lhes pediu oração e penitência em reparação e pela conversão dos pecadores.


Pintura do retrato de Lúcia
1ª Parte (1907 a 1917)

Carvão/Grafite sobre papel
Obra original de Gráccio Caetano
www.gracciocaetano.com
gracciocaetano.blogspot.pt



Bibliografia:

As frases e os pormenores biográficos foram consultados em:











São Francisco Marto




Francisco nasceu em Aljustrel, paróquia de Fátima - Portugal, no dia 11 de Junho de 1908, filho de Manuel Pedro Marto e de Olímpia de Jesus Marto.  

Desde os seis anos, todos os dias, saía de manhã cedo com o rebanho que pastoreava, retornando a casa ao pôr do sol. Levava consigo uma sacola na qual estava o alimento e também a flauta, com a qual se divertia, a tocar e a cantar nos penedos mais altos: "Amo a Deus no Céu. Amo-o também na terra, amo o campo, as flores. Amo as ovelhas na serra".

Como Francisco de Assis, amava os passarinhos, porque são criaturas de Deus. Partia o pão para eles em pedacinhos pequenos, em cima dos penedos; chamava por eles: "Coitadinhos! Estão cheios de fome. Venham, venham comer".

Chamava ao sol «candeia de Nosso Senhor» e enchia-se de alegria ao aparecerem as estrelas que designava «candeias dos Anjos».

Era de tal inocência que dizia que ao chegar ao céu havia de colocar azeite na candeia da Virgem Maria.

Costumava dizer: «Que belo é Deus, que belo! Mas está triste por causa dos pecados dos homens. Eu quero consolá-lo, quero sofrer por seu amor».

 (…) O Francisco era tolerante e pacífico, condescendente e bondoso. Não discutia. Talvez já entendesse, naquela idade tão tenra, que da discussão, como regra, não nasce a luz, mas cresce a paixão.

Um dia, um companheiro tirou-lhe um lenço muito lindo. Lúcia interveio, para que o lenço lhe fosse restituído. O Francisco, que não era para contendas disse: -“Deixa lá! A mim que me importa o lenço?”

Muito sensível e contemplativo, orientou toda a sua oração e penitência para "consolar a Nosso Senhor".

Não se impressionou muito com a visão do inferno, mas ficava absorto na contemplação da Santíssima Trindade; na contemplação de Deus que se lhe manifestou nessa luz imensa que penetrou até ao mais íntimo da alma.

 "Nós estávamos a arder, naquela luz que é Deus e não nos queimávamos. Como é Deus!!! Não se pode dizer! Isto, sim, que a gente nunca pode dizer! Mas que pena Ele estar tão triste! Se eu o pudesse consolar!"

Nutriu uma especial devoção à Eucaristia e passava muito tempo na igreja, adorando o Santíssimo Sacramento do altar a que chama «Jesus escondido».

"Gosto mais de rezar sozinho", dizia tantas vezes, "para pensar e consolar a Nosso Senhor"! Por isso passava horas e horas junto de "Jesus escondido". Quando já não podia ir, pedia à Lúcia que fosse na sua vez: -"Dá muitas saudades minhas a Jesus escondido".

No ano de 1918 foi atingido pela grave epidemia bronco-pulmonar chamada «espanhola». Sofreu, com íntima alegria, a sua enfermidade e as suas enormes dores, em oblação a Deus.

À Lúcia que lhe perguntava se sofria, respondeu: «Bastante, mas não me importa. Sofro para consolar Nosso Senhor e em breve irei para o céu».

No dia 2 de Abril, recebeu santamente o sacramento da Penitência e no dia seguinte foi finalmente alimentado com o Corpo de Cristo, como Santo Viático que seria a sua primeira e também última comunhão. Poucos momentos, antes de morrer disse: "-  Olhe, mãe, olhe, que luz tão linda, ao pé da porta."

Às 10 horas da noite, a 4 de Abril de 1919, faleceu com calma, sem nenhum sinal de sofrimento, sem agonia, o seu rosto brilhando com uma luz angélica. Nas suas Memórias, Lúcia assim descreveu este momento: "Ele voou para o Céu nos braços da Nossa Mãe Celeste."

Francisco Marto foi um dos três pastorinhos que do dia 13 de Maio até ao dia 13 de Outubro de 1917, aos quais, a Virgem Maria apareceu em Fátima – Portugal. 

Quando, no transcurso da Primeira Aparição, Lúcia preguntou se o Francisco iria para o Céu, Nossa Senhora respondeu: "Sim, ele vai para o Céu, mas terá que recitar o Rosário muitas vezes."

(…) Dentre os três pastorinhos, Francisco parece ser aquele que mais profundamente captou o sobrenatural de Fátima.”

As frases deste vídeo sobre São Francisco Marto foram consultadas nos seguintes sites:






Imagens da pintura
"São Francisco Marto"
Retrato pintado com técnica mista
Obra original de Gráccio Caetano


O Papa e o anseio pela santidade …


Em pouco menos de 24 horas, Portugal teve a visita de um papa. As transmissões televisivas que acompanharam esta visita foram, cada qual, a meu ver, identificadora de uma mesma ânsia comum: o desejo por ver e conhecer mais e melhor, este tão falado “santo homem de paz”, “bispo vestido de branco”, o Papa Francisco.

Apesar deste nosso mundo atual buscar retirar a religiosidade ou mesmo minimizar o papel de Deus na sua história, ainda existe uma vontade de encontrar-se homens e mulheres santos, ou pelo menos ainda, anseia-se que é possível encontrar-se nos nossos tempos algum resquício de santidade…

Não me refiro só ao facto da terem sido canonizados dois pastorinhos, ainda crianças, não mártires, às quais apareceu a Virgem Maria, e que humildemente aceitaram o pedido desta,  de oração e sacrifício por todo o mundo, num tempo em que a primeira guerra mundial iniciava um século sangrento na história da humanidade.

A questão aqui, não menos importante, que procuro também ressaltar, é que aquela figura de branco, a quem chamamos Papa, motivou uma crescente onda de interesse, não só por crentes ou aficionados, mas também por aqueles que se dizem ou que demonstram seu ateísmo ou anti-clericalismo, ou qualquer outro anti que queira colocar em sua opção religiosa de vida.

O que mais me impressionou nesta visita do Papa Francisco é que a sua pessoa, à parte de ser autoridade da religião católica, é considerada antes de mais, pela maioria dos que falam dele, como uma pessoa de paz e de concórdia, esteja aonde ele estiver e seja para onde ele for.

O Papa Francisco não se incomoda com perguntas difíceis, nem com questões políticas ou constrangedoras à própria Igreja católica, pois ele mesmo, fazendo parte da mesma, assume para si mesmo, tanto os erros como os seus acertos, mesmo que estes sejam menos divulgados, e assim, humildemente abre espaço à comunicação para com todos.

Esta comunicação para com todos submete o Papa Francisco a uma constante mira dos média em torno da sua figura pública, ao que ele corresponde com gestos simples, sem mudar a sua rotina diária de pessoa do dia-a-dia, sem qualquer vontade de se transformar em algo inatingível ou completamente perfeito.

O Papa Francisco, aliás, assume para si mesmo, sempre uma posição de extrema humildade que desconcerta e inquieta a todos.

Ontem, ao vê-lo diante de tantas autoridades políticas, a sua posição foi sempre humilde, de cabeça baixa, com mãos sempre prontas a agradecer, e com um sorriso que acompanha o seu olhar, sempre em direção a quem lhe vem ao encontro.

O Papa Francisco preocupa-se muito mais com quem se aproxima, do que, pelo que ele é, ou o que representa.

E depois, foi notório, após estar com todas aquelas figuras ilustres, com as quais esteve no início da sua visita a Portugal, o seu sorriso e um renovar de forças aflorarem muito mais, quando, finalmente, estava no meio da multidão anónima que aguardava por ele.

Para o anonimato dos pobres, doentes, pequenos e excluídos, o seu olhar reluz muito mais fortemente.

Se estamos acostumados a ver os aplausos para os famosos e os que têm posições ilustres, este Papa Francisco, assim de uma maneira simples, reafirma o que ele valoriza, como o essencial, que devemos prestar mais atenção às periferias da existência humana.

Estas periferias da existência humana, que os média esquecem, que as autoridades políticas escondem, que até mesmo os grupos religiosos, por vezes, não acolhem com a mesma dignidade.

Uma das caraterísticas dos três pastorinhos de Fátima, pelos vários documentários que vi, nestes últimos dias, e outros artigos bibliográficos, que li, na busca de pintar os seus retratos, como artista, é que eles, historicamente, eram apenas e simples pastores, quase analfabetos, sem qualquer motivo humano para serem escolhidos para algo “tão grande” como Fátima. 

Esse algo “tão grande” que para a mãe da Lúcia, um dos pastorinhos, foi tão difícil aceitar como verdade tornou-se a "Fátima" que conhecemos nos nossos dias. 

E ainda, nos nossos tempos, quantos relatos ainda suscitam dúvidas acerca da autenticidade das “aparições” ou “visões”, ou seja lá o que cada um julgue a respeito de “Fátima”...

Mas, o essencial, este “invisível aos olhos” não cabe, nem nunca coube na mentalidade humana que procura razões e respostas para tudo.

"Fátima" interroga-nos porque as coisas divinas sempre interrogam a nossa humanidade quando buscamos materializar a fé em Deus.

Então, eis que o Papa Francisco, nos abre um caminho novo, um caminho possível, que até há pouco tempo, julgava-se totalmente morto: o caminho para a santidade.

O que mais me impressiona no Papa Francisco, e talvez, o que mais sinto que anseia-se nele, é esta esperança de que se é possível, ainda nos nossos tempos, de ser-se santo.

Não falo de uma santidade que vai para os altares ou que seja canonizada pela igreja católica.

Penso que a humanidade anseia por encontrar pessoas santas em seu proceder, humanamente santas, por assim dizer.

Não que sejam santas para fazerem milagres ou algo excecional.

Ser-se santo, apenas e só, nas pequenas coisas da vida quotidiana. Sem grandes alardes, nem grandes complicações.

A santidade é possível nos pequenos passos e gestos do dia a dia. 

Humanamente é possível sermos santos, sem grandes complexos ou anseios de perfeição.

Julgo que o Papa Francisco surge-nos, como esta esperança, para crentes e não crentes, de que é possível ser-se santo.

O Papa Francisco convida a todos, religiosos ou não, encorajando que é possível ser-se melhor, e este convite alcança também quem se considera ateu.

O mundo precisa de santos, não apenas para estarem nos altares das igrejas, ou por se julgar que só nestes altares se encontram santos.

Francisco e Jacinta, nunca poderiam ter em vista, tamanho reconhecimento, quando em 1917, aceitaram os sacrifícios que lhe haviam de vir e os ofereceram pela conversão do mundo inteiro. 

O que mais importa, atualmente, e assim como ocorreu em 1917, o que mais o mundo necessita e anseia é de santidade e de pessoas santas para encherem as nossas cidades de bem e de paz, de compreensão e de respeito, de caridade e de ajuda mútua, de civismo e de misericórdia, sem que necessariamente estejamos todos, a pensar de um mesmo modo em termos religiosos.

O mundo precisa de santidade, e todo o mundo anseia que esta santidade plena encha a terra da paz, uma verdadeira paz entre os povos nesta terra comum que é o nosso planeta.

Por isso, o Papa Francisco, com os seus gestos, interroga-nos, crentes ou não crentes, sobre o que realmente queremos fazer com a nossa livre opção de vida nesta terra comum.

A santidade constrói-se assim, e é possível a partir deste derrubar de tantos “muros”, que façamo-nos melhores, espiritualmente mais humanos e mais crentes na bondade, simplesmente, pelo querer ser-se bom pois optar pelo bem também faz parte da liberdade que nos foi conferida por Deus.

Ser-se bom, ou ser-se santo, faz parte desta ânsia que temos, em tocarmos esta eternidade do bem que perdura e que é mais forte do que o mal. 

Só o bem é capaz de construir um espaço de paz para todos. 

Só o bem, que cada um faz, é que permite a evolução da sua humanidade e espiritualidade como seres humanos, capazes de reescrever a história a partir da própria casa onde habitamos para o mundo inteiro.

Obrigada, Papa Francisco!

Aqui deixo algumas palavras da sua homilia de hoje na missa em Fátima - Portugal, que julgo dizer melhor do que eu, toda esta ânsia de santidade que o mundo tanto necessita nos nossos tempos:
"Pois Ele criou-nos como uma esperança para os outros, uma esperança real e realizável segundo o estado de vida de cada um. Ao «pedir» e «exigir» o cumprimento dos nossos deveres de estado (carta da Irmã Lúcia, 28/II/1943), o Céu desencadeia aqui uma verdadeira mobilização geral contra esta indiferença que nos gela o coração e agrava a miopia do olhar. Não queiramos ser uma esperança abortada! A vida só pode sobreviver graças à generosidade de outra vida. «Se o grão de trigo, lançado à terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, dá muito fruto» (Jo 12, 24): disse e fez o Senhor, que sempre nos precede. Quando passamos através dalguma cruz, Ele já passou antes. Assim, não subimos à cruz para encontrar Jesus; mas foi Ele que Se humilhou e desceu até à cruz para nos encontrar a nós e, em nós, vencer as trevas do mal e trazer-nos para a Luz."
(Trecho da homilia do Papa Francisco proferido na Santa Missa com o Rito da Canonização dos Beatos Francisco Marto e Jacinta Marto no adro do santuário de Fátima, Portugal, a 13 de maio de 2017, consultada no site do Vaticano, cujo o link coloco abaixo e que recomendo a todos ler ao pormenor:
http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/homilies/2017/documents/papa-francesco_20170513_omelia-pellegrinaggio-fatima.html )

Imagem da Pintura do Papa Francisco - carvão/lápis sobre papel - original de Gráccio Caetano
www.gracciocaetano.com


Jacinta Marto




Nasceu em Aljustrel, Fátima, no dia 11 de março de 1910 e foi a sétima filha do casal Manuel Pedro Marto e Olímpia de Jesus dos Santos.

Com seus olhitos claros, cabelos direitinhos e rosto muito belo, constituía o encanto e o centro de atracção dos pais e irmãos.

De índole vivaz, expansiva e alegre, gostava de brincar e bailar; cativava a simpatia dos outros...

Os seus modos eram sérios e reservados, mas amigáveis.

Todas as suas acções pareciam reflectir a presença de Deus de uma maneira própria de pessoas adultas e de grande virtude.

“É maravilhoso como ela percebeu bem o poder da oração e do sacrifício tão recomendado a nós pela Santíssima Virgem… "

Ela era criança só em idade. No demais, sabia já praticar a virtude e mostrar a Deus e à Santíssima Virgem o seu amor, pela prática do sacrifício…”.

Procurava o silêncio e a solidão e de noite levantava-se da cama para rezar e livremente expressar o seu amor ao Senhor.

Em pouco tempo, a sua vida interior se notabilizou por uma grande fé e por uma enorme caridade.

A propósito disto dizia: «Gosto tanto de Nosso Senhor! Por vezes julgo ter um fogo no peito, mas que não me queima».

Gostava muito de contemplar Cristo Crucificado e comovia-se até às lágrimas ao ouvir a narração da Paixão.

Então afirmava já não querer cometer pecados para não fazer sofrer Jesus.

Alimentou uma ardente devoção à Eucaristia, que visitava frequentemente e durante longo tempo na igreja paroquial, escondendo-se no púlpito, onde ninguém a pudesse ver e distrair.

Desejava alimentar-se do Corpo de Cristo mas isso não lhe foi permitido por causa da idade.

Encontrava, contudo, consolação na comunhão espiritual.

Prevendo morrer sozinha, isto é, longe dos seus queridos familiares, disse: «Ó meu Jesus, agora podes converter muitos pecadores, porque este sacrifício é muito grande!».

«Sofro muito, mas ofereço tudo pela conversão dos pecadores e para reparar o Coração Imaculado de Maria, e também pelo Santo Padre», confidenciou a Lúcia.

E já muito doente, consola a mãe com estas palavras: “Não se aflija, minha Mãe: vou para o Céu. Lá hei-de pedir muito por si“

«No Céu vou amar muito a Jesus e o Coração Imaculado de Maria», declarou pouco antes de morrer.



Jacinta Marto morreu santamente em 20 de Fevereiro de 1920, no Hospital de D. Estefânia, em Lisboa, depois de uma longa e dolorosa doença, oferecendo todos os seus sofrimentos pela conversão dos pecadores, pela paz no mundo e pelo Santo Padre.

Jacinta Marto foi um dos três pastorinhos que desde o dia 13 de Maio até ao dia 13 de Outubro de 1917 viram a Virgem Maria em Fátima, Portugal, no lugar chamado Cova da Iria, perto de Fátima.


Segundo Lúcia, “Jacinta foi aquela que recebeu de Nossa Senhora a maior abundância de graças, e um melhor conhecimento de Deus e da virtude”.

As frases e história sobre Jacinta Marto foram consultados nos seguintes sites: